Crescer – p1

Sabe, quando você está prestes a se mudar pra longe de casa é comum rolar aquela fase nostalgia da ansiedade. Venho provando esses efeitos nostálgicos a minha vida toda, sempre tive o costume de lembrar do que me acontecera no passado, do que tinha sonhado na noite anterior, tentar lembrar dos sonhos antigos…Sempre provoquei muito minha memória.

Talvez por isso consigo ver tão amplamente o meu crescer, a minha originalidade,  por mais que eu venha a mudar no futuro, nada vai ser tão constante e significativo do que me originaliza e  permite-me me conhecer durante a minha vida.

Quando minha mãe estava noiva do meu pai, ela que desejava casar-se virgem, não resistiu as brincadeirinhas do meu pai e acabou engravidando pelas “coxas” semanas antes do casório todo, e ela perdeu a virgindade em si na noite de núpcias. Então podemos dizer que minha mãe é qse uma virgem maria, engravidou antes de perder a virgindade. Claro que eu fui uma das circunstancias obvias de como o futuro deles iria ser e eles de como iria ser o meu. Durante a gravidez minha mãe fez o tal exame para saber o sexo do seu bb, e no ultrasom eu era uma menina! até o momento em que nasci meu nome era cecilia(futuro nome da minha futura irmã, atual.), ai logo quando nasci o médico disse, é menino…e todos se perderam em uma nova adaptação a criança terrivel produzida por eles…fuçaram na lista de nomes do hospital em busca de um nome de menino, perderam a ilusão de ter uma coisa fofinha de lacinhos que era o q sonhavam..kkk mas num futuro eles fariam isso com a cecilia em pessoa.Ai acharam alexandre de bom tom, e esse é meu nome até hoje. Minha mãe vem de uma familia de imigrantes nordestinos, minha vó engravidara quando tinha 14 anos e vivia na paraiba, e meu vô um tico mais velho resolveram  mudar para ter os filhos num suposto novo mundo. São Paulo, Rio Grande da Serra, apx 1962. Vieram pra cá, e cá mesmo fizeram 8 filhos, mas como vieram de uma região que carecia de educação, comida e   agua, não criaram seus filhos com conforto, mas sim, com o necessário para que eles vivessem. Não se formaram quando jovens, apanhavam sempre quando desagradavam os pais, oq na verdade, hoje em dia continua dentro da rotina tradicional dos brasileiros, tiveram um infancia dura, todos. Minha mãe começou a trabalhar com uns doze anos, na época em que engravidou estava dentro de uma grande industria paulista, ascendendo para cargos mais altos, e meu pai era segurança de outra grande empresa regional. Meu pai, tb tem uma familia atipica, meu avô Japones e minha avó filha de uma mineira que veio para são paulo descendente de italianos. A mãe da minha mãe é filha de indios com portugueses e o pai dela  portugues com alemão. Ou seja vim de uma panela bem mexida…hehhehe.

Sobre @le_oshiro
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